Vai um link aí? Para você que não vê serventia alguma no Direito Romano. Que tal outro? Um impagável comentário sobre o romance do Min. Eros Grau, do STF. Em breve, voltaremos com nossa programação normal.
Archive for the ‘Humor’ Category
Não, eu não esqueci de vocês…
Pessoal,
novamente uma série de problemas impediram-me de publicar artigos nas últimas semanas.
Felizmente, foram causas temporárias e agora retomo os artigos.
Para celebrar o Dia dos Namorados, nada melhor do que um e-mail que recebi, bastante engraçado e muito jurídico! Read the rest of this entry »
Realidade.
Nada melhor para demonstrar a realidade de alguns cursos de Direito do país e melhor ainda para justificar a baixa aprovação nos exames da Ordem e a necessidade de maior rigor na avaliação das faculdades.
Estágio de direito: trabalho ou lazer?
Talvez seja uma dúvida já solucionada para quase todos os estagiários, mas para aqueles que ainda estão em dúvida, acredito que uma “linda” história pode esclarecer as coisas:
O presidente de uma grande empresa sentado em sua enorme sala sem absolutamente nada para fazer começa a pensar sobre o que é trabalho e o que é lazer em seu dia-a-dia. Após uma enorme lista de diversões ele chegou na hora em que transa com sua esposa, com a qual já está casado há 15 anos. Sem conseguir concluir ao certo se transar com sua esposa é trabalho ou prazer ele chama o vice-presidente em sua sala. Um pouco menos desocupado, o vice para de ler as reportagens sobre a empresa que haviam sido publicadas no jornal e vai até a sala do Presidente que lhe pergunta:
- Transar com minha esposa é trabalho ou prazer?
O vice pensa alguns segundos e incerto da resposta pede duas horas para responder. Volta para sua sala, chama o diretor geral da empresa e faz a mesma pergunta:
- Quando o presidente dorme com a mulher dele é trabalho ou prazer – dando ao diretor geral o prazo de uma hora para responder. Imediatamente o diretor geral, mesmo sem nada pra fazer, delega a função para ao diretor jurídico que passa a pergunta para o advogado sênior e assim vai até chegar no babaca do advogado júnior que se formou há seis meses mas esqueceu que foi estagiário. Assim como o resto da empresa o advogado Jr. fica na dúvida e vai até a mesa de seu estagiário:
- Você tem cinco minutos pra descobrir se quando o presidente transa com a mulher dele é trabalho ou prazer!
O estagiário então, sem parar de digitar com a mão direita e separar uma pilha de documentos com a mão esquerda, olha para o advogado Jr. Por cima das milhares de pastas que estão em sua mesa e responde, na lata:
- É prazer!
Espantado com a rapidez e confiança da resposta do estagiário, o advogado Jr. pergunta:
- Mas como você tem tanta segurança em sua resposta?
Ainda sem parar de trabalhar o estagiário responde:
- Porque se fosse trabalho era eu quem ia fazer!!!
Disponível em: O que faz um estagiário ? Trabalho ou prazer ??
Pequeno Dicionário Técnico/Popular de Termos Jurídicos

A discussão a respeito do vocabulário jurídico é muito grande. Uns dizem que deve-se utilizar uma linguagem mais rebuscada, outros dizem que a linguagem deve ser mais compreensiva, para estes o “dicionário de sinônimos” que está circulando na Internet pode ajudar.
Se não ajudar, ficará mais fácil para explicar o Direito para aqueles familiares curiosos, que acham que você já está formado quando acabou de entrar na faculdade.
Mérito de um adevogado!
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No mundo jurídico, as aberrações não têm limite.
Acima decisão monocrática da 13 Câmara Cível, do TJRJ, que nega provimento a uma apelação, onde o “ADEVOGADO” (com E mesmo, porque ele merece) que contra-arrazoou na apelação cometeu alguns “errinhos” de português. Um trecho da decisão:
“Insta ser salientado que os advogados que assinaram as contra-razões necessitam com urgência adquirir livros de português de modo a evitar as expressões que podem ser consideradas como injuriosas ao vernáculo, tais como “EM FASSE” (no lugar de “em face”), “NÃO ACISTE RAZÃO” (assiste), “CLITERIOSAMENTE” (criteriosamente), “DOUTROS JULGADORES” (doutos), “ESTRANHESA” (estranheza), “DISCUSÃO” (discussão), “INEDONEOS” (inidôneos)… Acrescenta-se, ainda, que devem os causídicos adquirir também livros de direito, à medida que nas contra-razões constam “PEDIDOS” como se apelação fosse, o que não tem o menor cabimento.”

