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Estudante de Direito.net

Tudo para a vida do estudante de direito.

Archive for the ‘Dicas’ Category

Conselho de Amigo

Posted by Francisco Escorsim On abril - 16 - 2009

Você é estagiário de Direito? Já foi?  Então, diga lá se me equivoco quando afirmo que todo estagiário, sem exceção e independente do lugar onde trabalhe, passa pelo mesmo pânico pavor desespero quando está sozinho diante do seu primeiro processo judicial ou administrativo, ou, se já adquiriu alguma experiência, diante de um novo processo com algo “diferente”?

Quem, nessas situações, não se pergunta(ou): “Caraca, e agora?

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Passar é fácil!

Posted by Carlos Vinicius On março - 23 - 2009

Concurso PúblicoSerá? Bom, para a Camila do www.passarefacil.blogspot.com não é nenhum bicho de sete cabeças.

Entitulado “Concurso público: eu vou passar!”, seu blog reúne posts contendo discussões sérias sobre assuntos das provas de concursos públicos, questões comentadas e novidades, além de temas bem descontraídos como o fantástico “My Dear Little Radio” que sugere uma trilha sonora (das boas) para cada momento da prova.

É isso aí, vale conferir!!

Amigos, amigos e processo civil!

Posted by Carlos Vinicius On novembro - 24 - 2008

Novembro, é o mês das provas, e com elas, normalmente, a de Processo Civil.

Pensando nisso, a nossa amiga-blogueira-estudante de direito, Didi – do Direito é Legal – publicou duas dicas sobre Como Estudar Processo Civil, uma minha e uma do caro colega Danyllo – do Argumentadum.

Vale a pena conferir! E antecipo: unam as duas e melhorem deveras o seu rendimento nas provas!

Você tem alguma dica? Deixa-a aqui ou discuta no fórum!

Na falta de tu, vai tu mesmo

Posted by Francisco Escorsim On outubro - 14 - 2008

Vai um link aí?  Para você que não vê serventia alguma no Direito Romano.  Que tal outro? Um impagável comentário sobre o romance do Min. Eros Grau, do STF. Em breve, voltaremos com nossa programação normal.  

“Memórias de Maigret”

Posted by Francisco Escorsim On setembro - 2 - 2008

“Será que meu pai, meu avô nunca se perguntaram se poderiam ter sido outra coisa na vida? Tiveram outras ambições? Invejavam uma sorte diferente da deles?

É curioso ter vivido tanto tempo com as pessoas e nada saber do que hoje me parece essencial. Muitas vezes me fiz a pergunta, com a impressão de estar na divisa entre dois mundos totalmente estranhos um ao outro.

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O Direito Cabe Numa Esfiha – Parte II

Posted by Francisco Escorsim On agosto - 5 - 2008

Uma das conseqüências mais significativas decorrentes da descoberta do abismo humano sobre o qual se constrói o Direito, foi a absoluta desconfiança com que passei a encarar toda regra, lei, norma, escrita ou não escrita, válida ou não, etc.

A partir dali, passei a considerar a lei totalmente dependente do tal “operador do Direito”, não o contrário.

Não é preciso dizer o quão frustrado fiquei na faculdade quando percebi que todo o ensino seria concentrado unicamente no aprendizado do texto da lei, enquanto a formação propriamente dita do tal “operador” era completamente desconsiderada. Acontece que para conhecer a lei, basta lê-la, mas para interpretá-la e aplicá-la, há que se ter algo mais. Isso é óbvio, dirão, porém, o que seria exatamente esse algo a mais?

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O Direito Cabe Numa Esfiha – Parte I

Posted by Francisco Escorsim On maio - 13 - 2008

Este post do Carlos me fez pensar no que as coisas teriam sido diferentes, para mim, caso eu também tivesse tido uma experiência determinante para escolher o Direito, na época próxima da inscrição no vestibular.

Mas, não a tive. Minha decisão foi inteiramente pragmática. Era, e ainda é, dentro da área de humanas, o curso que mais possibilidades abrem ao seu final, seja no setor público, onde a quantidade de carreiras destinadas aos formados em Direito é enorme, seja no privado, onde já tinha, na família, um escritório de advocacia onde trabalhar.

Entretanto, experiências como a do Carlos e justificativas como a minha, por mais definitivas que pareçam, não explicam por que, em primeiro lugar, o Direito se tornou uma das opções de escolha. Certamente, antes disso, algo aconteceu para que o Direito tenha adentrado o horizonte de consciência, e de modo significativo, senão, não chamaria atenção a tal ponto.

Por isso, é imprescindível recordar essa experiência, reconhecê-la e procurar compreendê-la. Só assim você saberá por que realmente preferiu o Direito. Melhor, por que ele o escolheu.

Eu, por exemplo, encontrei o Direito numa esfiha (se preferir leia esfirra, ou, ainda, sfiha. O Houaiss diz que tanto faz.). Read the rest of this entry »

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