<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Estudante de Direito.net &#187; Calouro</title>
	<atom:link href="http://www.estudantededireito.net/category/calouro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.estudantededireito.net</link>
	<description>Tudo para a vida do estudante de direito.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 03:09:48 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>FAZENDO DIREITO &#8211; Parte I</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2010/04/17/fazendo-direito-parte-i/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2010/04/17/fazendo-direito-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 00:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorian Farah</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/?p=253</guid>
		<description><![CDATA[       O que você vai fazer quando acabar a faculdade? Já sabe os campos de atuação? Não? Vamos juntos esclarecer!
       Primeiramente, o curso de Direito é o mais abrangente em termos de campos para atuação. Você pode ser de um consultor jurídico para alguma empresa como um membro de tribunal. Isso se deve ao fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estudantededireito.net/wp-content/uploads/2010/04/Ministerio_publico_de_MT25032009121027.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-254" src="http://www.estudantededireito.net/wp-content/uploads/2010/04/Ministerio_publico_de_MT25032009121027-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a>       O<a href="http://www.midianews.com.br/imagens/noticias/3/Ministerio_publico_de_MT25032009121027.jpg"></a> que você vai fazer quando acabar a faculdade? Já sabe os campos de atuação? Não? Vamos juntos esclarecer!</p>
<p>       Primeiramente, o curso de Direito é o mais abrangente em termos de campos para atuação. Você pode ser de um consultor jurídico para alguma empresa como um membro de tribunal. Isso se deve ao fato de que, como meio organizador e pacificador de uma sociedade, a área do Direito, como já dissemos, é onipresente, está em todo lugar e toda parte. Por ser assim, vários ramos da sociedade necessitam da participação de profissionais da área em suas atividades, criando assim essa imensa variedade de campos para atuar. E isso muitas vezes acaba nos confundindo, porque via de regra, a maioria dos estudantes de Direito saem para advogar. Uns ou outros não, é claro, como eu, por exemplo, que pretendo mesmo ser promotor de justiça.</p>
<p>       Vale salientar que você não tem obrigação alguma de decidir isso apressadamente. Muitos ao sair da faculdade não sabem por onde caminharão. Mas é claro que quanto mais cedo você se decidir, mais tempo você tem para se preparar adequadamente e já tentar se instalar no meio, através de algum estágio, algum trabalho que lhe relacione com a área desejada.</p>
<p>       Mas vamos ao que interessa: onde posso “fazer” Direito? Antes de falar da área mais praticada, a advocacia, aquela que a priori é a principal, tendo em vista que é o advogado que leva um direito a apreciação, falaremos das outras, as auxiliares, que rondam a principal, de forma a auxiliar mesmo, ajudar na prática da advocacia. Para uma melhor compreensão de cada área do Direito, sobretudo para uma melhor leitura de nossos estudantes e não cansá-los com longos textos, dividiremos o tema FAZENDO DIREITO em alguns posts.</p>
<p>       A primeira área que iremos abordar é o Ministério Público. Esse órgão tem por objetivo a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, como dita o artigo 127 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm" target="_blank">Constituição Federal</a> vigente. O Ministério Público é um órgão fiscalizador, independente do Estado, não pertencente a nenhum dos três poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário), mas considerado como um quarto poder, aquele que seria o poder fiscalizador, já que temos um poder para criar leis, um para executá-las e outro para julgar sua aplicação. Dessa forma, o Promotor de Justiça, no sentido literal da palavra, promove a justiça, defende aquele direito onde não há somente um autor, um só interessado na resolução da lide. Podemos citar como exemplo recentemente o caso dos Nardoni. Nele, não existia um autor para a demanda da ação contra o casal, e sim uma coletividade que manifestava incessantemente pelo desejo de punição aos dois. E ai entrou o MP, que materializou esse desejo em processo criminal. Vale lembrar também que o MP nem sempre se utiliza de seu poder para acusar. Em alguns casos, ele manifesta pela absolvição do réu.</p>
<p>       Em suma, é isso que você encontrará no Ministério Público. Achei na internet, através do grande Google, um artigo publicado por um Promotor de Justiça do Amazonas, o Dr. João Gaspar Rodrigues, que escreve sobre o posicionamento do MP, e esclarece um pouco mais sobre o tema. É uma boa para quem quer adentrar ao assunto. <a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=269" target="_blank">Clique aqui</a> para conferir!</p>
<p>       No próximo artigo falaremos sobre as delegacias de polícia. Mande suas sugestões, críticas e elogios para <a href="mailto:lorian@oi.com.br">lorian@oi.com.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2010/04/17/fazendo-direito-parte-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Direito Cabe Numa Esfiha &#8211; Parte I</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/05/13/o-direito-cabe-numa-esfiha-parte-i/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/05/13/o-direito-cabe-numa-esfiha-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 May 2008 14:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Escorsim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/05/13/o-direito-cabe-numa-esfiha-parte-i/</guid>
		<description><![CDATA[Este post do Carlos me fez pensar no que as coisas teriam sido diferentes, para mim, caso eu também tivesse tido uma experiência determinante para escolher o Direito, na época próxima da inscrição no vestibular.
Mas, não a tive. Minha decisão foi inteiramente pragmática. Era, e ainda é, dentro da área de humanas, o curso que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fabeli.com.br/imgmat/2007/11/06_esfiha.jpg" align="left" height="232" width="320" />Este <a href="http://www.estudantededireito.net/2008/04/24/porque-escolhi-direito/#more-80">post</a> do Carlos me fez pensar no que as coisas teriam sido diferentes, para mim, caso eu também tivesse tido uma experiência determinante para escolher o Direito, na época próxima da inscrição no vestibular.</p>
<p>Mas, não a tive. Minha decisão foi inteiramente pragmática. Era, e ainda é, dentro da área de humanas, o curso que mais possibilidades abrem ao seu final, seja no setor público, onde a quantidade de carreiras destinadas aos formados em Direito é enorme, seja no privado, onde já tinha, na família, um escritório de advocacia onde trabalhar.</p>
<p>Entretanto, experiências como a do Carlos e justificativas como a minha, por mais definitivas que pareçam, não explicam por que, em primeiro lugar, o Direito se tornou uma das opções de escolha. Certamente, antes disso, algo aconteceu para que o Direito tenha adentrado o horizonte de consciência, e de modo significativo, senão, não chamaria atenção a tal ponto.</p>
<p>Por isso, é imprescindível recordar essa experiência, reconhecê-la e procurar compreendê-la. Só assim você saberá por que realmente preferiu o Direito. Melhor, por que ele o escolheu.</p>
<p>Eu, por exemplo, encontrei o Direito numa esfiha (se preferir leia esfirra, ou, ainda, sfiha. O Houaiss diz que tanto faz.).<span id="more-83"></span></p>
<p>Eu devia ter por volta dos 14 anos de idade. Era começo da noite de uma quarta-feira qualquer. Jantávamos em casa, eu, meus pais e dois irmãos. Porém, eram seis esfihas (daquelas fechadas, enormes, que dão umas três do Habib’s, por exemplo). Quem ficaria com a última? Eu e meus irmãos comíamos de olho na embalagem.</p>
<p>As regras lá em casa sempre tiveram critério. E isso bastava para torná-las justas, ainda que pudessem ser melhores do que eram. Naquele caso, a praxe era dividirmos a esfiha restante, milimetricamente, em três pedaços. Entretanto, o caçula resolveu dar uma de esperto e, antes de terminar a sua, tascou a mão grande na remanescente.</p>
<p>Imediatamente, eu e meu outro irmão reclamamos, sem muita ênfase, por desnecessária, afinal, confiávamos plenamente na aplicação da lei paterna, para a qual bastava o registro da queixa. Mas, cadê? Não houve nada, nem explicação, senão um muxoxo do tipo: “<em>não faça mais isso</em>”.</p>
<p>Não saberia descrever a indignação que senti. Era de tal intensidade que fiquei profundamente chocado com sua aparente desproporção. “<em>Mas é só uma esfiha&#8230;</em>”, pensava, tentando me convencer que a coisa não era tão grave como parecia.</p>
<p>Mas, grave ou não, a verdade é que assim a considerei e, por conta disso, ela se tornou minha imagem fundamental do Direito, o mito modelador do meu entendimento a seu respeito, ou, para usar um termo mais “mudérno”, o paradigma desde o qual o compreendi durante muito tempo.</p>
<p>Ali, o Direito se me apresentou na sua majestosa cegueira, guiado pela vontade humana, mesmo quando absolutamente ausente. Ali, aterrorizado diante da precariedade de toda regra geral, passei a desconfiar de qualquer instituição enraizada nesse solo frágil e semovente da contingência histórica. Ali, deparei-me com a esfinge, indagando mortalmente: “<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esfinge#Esfinge_grega"><em>decifra-me ou te devoro</em></a>”.</p>
<p>E devorado fiquei no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_de_Jonas">ventre</a> do Direito, desde então e por mais 18 anos, no mínimo. Hoje, repleto de feridas e cicatrizes ainda por curar, ando a decifrá-lo, aos trancos e barrancos. Outra não é a razão para disso continuar a tratar no próximo artigo.</p>
<p>Francisco Escorsim é (de)formado em Direito e editor do site “<a href="http://onaufrago.com/">O Náufrago</a>” .</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/05/13/o-direito-cabe-numa-esfiha-parte-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Porque escolhi Direito.</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/04/24/porque-escolhi-direito/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/04/24/porque-escolhi-direito/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 12:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[absolvição]]></category>
		<category><![CDATA[carreiras jurídicas]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[estudante de direito]]></category>
		<category><![CDATA[estupro]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
		<category><![CDATA[menor de 14 anos]]></category>
		<category><![CDATA[o que fazer no vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[porque escolhi direito]]></category>
		<category><![CDATA[sentença]]></category>
		<category><![CDATA[será que faço direito?]]></category>
		<category><![CDATA[vestibulando]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/04/24/porque-escolhi-direito/</guid>
		<description><![CDATA[Bem, longe de ser um guia, com dicas e técnicas para escolher um curso superior, pretendo contar-lhes como escolhi prestar vestibular para direito.
Escolher um curso, no meio de um ano de vestibular, é bem complicado, principalmente quando não dispomos de fontes próximas com informações importantes acerca dos cursos.
Mais do que um relato, espero que sirva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.sxc.hu/pic/m/g/gm/gmarcelo/673264_hammer_to_fall.jpg" border="0" alt="Martelo" width="300" height="199" align="left" />Bem, longe de ser um guia, com dicas e técnicas para escolher um curso superior, pretendo contar-lhes como escolhi prestar vestibular para direito.</p>
<p>Escolher um curso, no meio de um ano de vestibular, é bem complicado, principalmente quando não dispomos de fontes próximas com informações importantes acerca dos cursos.</p>
<p>Mais do que um relato, espero que sirva como incentivo e orientação para quem não tem certeza quanto a que curso prestar no vestibular.</p>
<p><span id="more-80"></span></p>
<p>Primeiramente, selecionei alguns quais cursos que NÃO faria. Retirando, no primeiro momento, todas os cursos de exatas, biológicas e saúde ficando com as humanas.</p>
<p>Dentro de humanas e fazendo uma nova desclassificação do que não me interessava fiquei com administração e direito. Administração por que sempre tive um contato grande com a área e direito pelas matérias que me interessavam no ensino médio e que, diziam, ter relação com o curso, como história, literatura e portugês.</p>
<p>Então, passei a procurar informações sobre a grade de matérias dos cursos. Administração parecia um curso interessante, mas incluía muitas matérias com cálculo, análise, tudo muito objetivo. Direito já aproximava mais dos conteúdos que me chamava a atenção.</p>
<p>Depois procurei informações sobre as carreiras de cada curso, mercado de trabalho, possibilidade de crescimento e principalmente, procurei descobrir as &#8220;coisas chatas&#8221; de cada uma das carreiras. Novamente encontrei pontos favoráveis ao Direito.</p>
<p>Passei, depois, a procurar pessoas que conhecessem os cursos e pudessem me dar mais informações. Conversei com um tio, formado em direito e análise de sistemas, que sempre atuou na área de informática. Ele foi um dos meus principais incentivadores a cursar o direito, uma vez que mesmo não exercendo a profissão na área, sentia-se beneficiado em ter cursado direito.</p>
<p>Por fim, pesquisei textos sobre as duas áreas, comentários e textos de profissionais.</p>
<p>Até que em uma madrugada, encontrei no Jus Navegandi, uma <a href="http://jus2.uol.com.br/pecas/texto.asp?id=560">sentença</a> que absolveu um rapaz de 27 anos, acusado de estuprar uma menina de 13 anos. E essa sentença me fez tomar a decisão definitiva.</p>
<p>A história, de acordo com o relatório da sentença, foi que o rapaz saiu com uma garota de 13 anos e a garota concentiu em &#8220;dormir&#8221; com ele. No dia seguinte, quando o rapaz deixou-a em casa, a mãe revoltada com a situação foi até a polícia e fez um Boletim de Ocorrência relantado o fato como um crime. Como no ordenamento brasileiro casos assim são considerados violentos, a situação tinha se complicado.</p>
<p>Acontece que, ao elucidar os fatos analisando todo o processo, o juiz concluiu que na verdade a menina concentiu com o ocorrido e que, apenas em razão, do impacto que teria a sociedade ficar sabendo do relacionamento entre sua filha e um homem, bem mais velho, é que a situação tornou-se crime. Não bastasse isso, o juiz analisou a questão da evolução de criança de 1940, quando o Código Penal foi editado, até nos dias de hoje, afirmando que naquela época realmente admitia-se uma criança com 13 anos, hoje as coisas são diferentes.</p>
<p>Eu nunca tinha ouvido falar em interpretação da lei, para mim, na época, um leigo estudante do terceiro ano do ensino médio, o direito era um amontoado de leis, aplicadas grosso modo e ponto. O promotor acusava, os advogados diziam que seus clientes era inocente e o juiz aplicava a lei.</p>
<p>Saber que a aplicação da lei, por operadores do direito, ia muito além da &#8220;sed lex, dura lex&#8221; para mim, foi o suficiente para decidir o que eu queria fazer da minha vida.</p>
<p>Naquele momento não decidi ser juiz, ser promotor ou ser advogado. Mas decidi que queria cursar Direito.</p>
<p>Provavelmente você deve estar se perguntando &#8220;mas e agora? você gosta do curso?&#8221;, pois é, isso fica para uma próxima conversa.</p>
<p><a title="Fórum Edd.net" href="http://forum.estudantededireito.net">Discuta sobre esses e outros assuntos no Fórum do Estudante de Direito.net.</a></p>
<p>Gostou? Não gostou? Quer dar sua opinião? Comente!</p>
<p>Carlos Vinicius é estudante de direito.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "fórum";
            bb_bid  = "296571";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "9";bb_format = "bbo";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/04/24/porque-escolhi-direito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>52</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bacharelo-me</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/04/21/bacharelo-me/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/04/21/bacharelo-me/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 22:52:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Escorsim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/04/21/bacharelo-me/</guid>
		<description><![CDATA[Semanas anormalmente agitadas me impediram de publicar por aqui antes. Como a agitação parece longe de se aquietar, não arrisco dizer que tudo voltou ao normal. Enfim.

Mas é justamente nesses momentos em que o tempo falta para tudo, que se descobre ou se confirma aquilo que realmente importa. Aquilo que não se pode deixar de fazer. Aquilo que não cede ante a impertinência do mundo.

Prestais atenção, ó jovens leitores, nos momentos de pouca paz e escasso tempo! Porque neles sempre se esconde um chamado. Bendito aquele que o atende, pois, não raro, é assim que principia a resplandecer uma vocação.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Cambria, serif"><font size="3">Semanas anormalmente agitadas me impediram de publicar por aqui antes. Como a agitação parece longe de se aquietar, não arrisco dizer que tudo voltou ao normal.  Enfim.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Cambria, serif"><font size="3">Mas é justamente nesses momentos em que o tempo falta para tudo, que se descobre ou se confirma aquilo que realmente importa. Aquilo que não se pode deixar de fazer. Aquilo que não cede ante a impertinência do mundo. </font></font></p>
<p align="justify"><font face="Cambria, serif"><font size="3">Prestais atenção, ó jovens leitores, nos momentos de pouca paz e escasso tempo! Porque neles sempre se esconde um chamado. Bendito aquele que o atende, pois, não raro, é assim que principia a resplandecer uma vocação.</font></font></p>
<p align="justify"><span id="more-79"></span><font face="Cambria, serif"><font size="3">Por falar nisso, lia eu as “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, quando me deparei com o título que vai aposto acima. Abaixo, transcrevo seu conteúdo, por razões óbvias, com o qual me despeço, deixando-o ecoar nesse horizonte misterioso e vago que nos separa, caro leitor. Vai que ele bate em algum ouvido ainda não mouco? Ah, ante que me esqueça, o grifo é meu:</font></font></p>
<p align="justify">“<font face="Cambria, serif"><font size="3"><em>Um grande futuro! Enquanto esta palavra me batia no ouvido, devolvia eu os olhos, ao longe, no horizonte misterioso e vago. Uma idéia expelia outra, a ambição desmontava Marcela. Grande futuro? Talvez naturalista, literato, arqueólogo, banqueiro, político ou ate bispo, bispo que fosse, &#8211; uma vez que fosse um cargo, uma preeminência, uma grande reputação, uma posição superior. A ambição, dado que fosse águia, quebrou nessa ocasião o ovo, e desvendou a pupila fulva e penetrante. Adeus, amores! Adeus, Marcela! Dias de delírio, jóias sem preço, vida sem regime, adeus! Cá me vou às fadigas e à glória; deixo-vos com as calcinhas da primeira idade.</em></font></font></p>
<p align="justify"><font face="Cambria, serif"><font size="3"><em>E foi assim que desembarquei em Lisboa e segui para Coimbra. A Universidade esperava-me com as suas matérias árduas; estudei-as muito mediocremente, e nem por isso perdi o grau de bacharel; deram-no com a solenidade do estilo, após os anos da lei; uma bela festa que me encheu de orgulho e de saudades, &#8211; principalmente de saudades. Tinha eu conquistado em Coimbra uma grande nomeada de folião; era um acadêmico estróina, superficial, tumultuário e petulante, dado às aventuras, fazendo romantismo prático e liberalismo teórico, vivendo na pura fé dos olhos pretos e das constituições escritas. <strong>No dia em que a Universidade me atestou, em pergaminho, uma ciência que eu estava longe de trazer arraigada no cérebro, confesso que me achei de algum modo logrado, ainda que orgulhoso. Explico-me: o diploma era uma carta de alforria; se me dava a liberdade, dava-me a responsabilidade. </strong>Guardei-o, deixei as margens do mondego, e vim por ali fora assaz desconsolado, mas sentindo já uns ímpetos, uma curiosidade, um desejo de acotovelar os outros, de influir, de gozar, de viver, &#8211; de prolongar a Universidade pela vida adiante&#8230;”</em></font></font></p>
<p align="justify" lang="pt-BR"> <font color="#000000"><font face="Cambria, serif"><font size="3">(Francisco Escorsim é (de)formado em Direito e editor do site/blog “<a href="http://onaufrago.com">O Náufrago</a>”)  </font></font></font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/04/21/bacharelo-me/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem você quer ser quando crescer?</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/04/04/quem-voce-quer-ser-quando-crescer/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/04/04/quem-voce-quer-ser-quando-crescer/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 19:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Escorsim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/04/04/quem-voce-quer-ser-quando-crescer/</guid>
		<description><![CDATA[Quantas vezes você ouviu a fatídica pergunta: “o que você quer ser quando crescer?”.
Na infância, essa dúvida deve ter lhe despertado sonhos, intensificado desejos e até programado possíveis destinos. Quando adolescente, porém, só pode ter irritado, por revelar que ainda o olhavam como criança. Embora, o que realmente incomodou, foi a proximidade da cobrança de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes você ouviu a fatídica pergunta: “<em>o que você quer ser quando crescer?</em>”.</p>
<p>Na infância, essa dúvida deve ter lhe despertado sonhos, intensificado desejos e até programado possíveis destinos. Quando adolescente, porém, só pode ter irritado, por revelar que ainda o olhavam como criança. Embora, o que realmente incomodou, foi a proximidade da cobrança de uma resposta que se pretendia definitiva.</p>
<p>Então, chegado o momento do vestibular, estivesse você preparado ou não, a pergunta se impôs, categórica e sufocante. A exagerada comemoração quando aprovado, porém, apenas entorpeceu a realidade do seu pouco significado como resposta suficiente a resolver a questão.</p>
<p><span id="more-71"></span>Certo ou não da decisão tomada, o fato é que, vez ou outra, no correr dos semestres, você é, ou será, assaltado pela melancolia sinalizando algo faltando ou fora do lugar, quando não poderia estar ausente ou deslocado.</p>
<p>Talvez você acredite que errou na escolha do curso ou carreira. Ou preferirá não pensar, como é mais comum, aprofundando aquele entorpecimento. Mas, pouco importa permanecer onde está ou adotar um novo rumo, se não se toma consciência do que se passa.</p>
<p>Sem isso, aquela sensação não desaparecerá, pelo contrário, torna-se angústia, intensificada à medida que se aproxima o dia da formatura. Verá, então, ela o acompanhar porta afora da cerimônia, ainda que mascarada pelas preocupações do dia-a-dia, supostamente para se “ganhar a vida”.</p>
<p>Só lá à frente, com a aposentadoria em vista ou já conquistada, essa impressão se apresentará definitiva, concreta, inescapável e impossível de ser distraída pelo que chamam de “aproveitar a vida”, com seus mil e um hobbys, viagens, cuidados excessivos com a saúde, etc.</p>
<p>Então, aquela melancolia que um dia alertava, tornada angústia justificada pela correria do cotidiano, o consumirá em amargura, como uma vela prestes a findar sua cera, reluzindo no escuro vazio da alma, outra pergunta ainda mais torturante: “<em>o que você fez da sua vida?</em>”.</p>
<p>No inevitável balanço iniciado, pouco importará o que se alcançou, pois todo dinheiro, fama e poder conquistado será incapaz de compensar <a href="http://www.secrel.com.br/jpoesia/belo16.html">o que deveria ter sido e não foi</a>. Nem mesmo um repentino despertar para o valor da família e da amizade conseguirá preencher a profunda solidão que perceberá lhe afogar.</p>
<p>Talvez, aí talvez se perceba que a pergunta que deveria ter sido respondida desde sempre, não foi sequer formulada. Afinal, que valor tem <em>o que</em>, quando não se sabe <em>quem</em> se quer ser? Mas não haverá tempo para ser outro. <a href="http://www.tanto.com.br/drummond-jose.htm">E agora, José?</a></p>
<p>Enfim, voltemos ao hoje, onde a própria diferença entre “o que” e “quem” lhe parece confusa, até incompreensível. Por isso, pergunto: e agora, você?</p>
<p>Francisco Escorsim é (de)formado em Direito e editor do site “<a href="http://onaufrago.com">O Náufrago</a>” .</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/04/04/quem-voce-quer-ser-quando-crescer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eis Que Me Apresento&#8230;</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/03/25/eis-que-me-apresento/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/03/25/eis-que-me-apresento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 03:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Escorsim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[frustração]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro dia de aula]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/03/25/eis-que-me-apresento/</guid>
		<description><![CDATA[Quando recebi o convite para participar deste blog, imediatamente voltei no tempo quatorze anos atrás, ao meu primeiro dia de aula na faculdade de Direito. Recordei-me entrando apressado no (antigo?) Bloco I, da PUC, campus Curitiba, ansiando encontrar caras conhecidas, mas incapaz de olhar para alguém.
Li demoradamente o ensalamento afixado em um dos muitos murais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando recebi o convite para participar deste blog, imediatamente voltei no tempo quatorze anos atrás, ao meu primeiro dia de aula na faculdade de Direito. Recordei-me entrando apressado no (antigo?) Bloco I, da PUC, campus Curitiba, ansiando encontrar caras conhecidas, mas incapaz de olhar para alguém.</p>
<p>Li demoradamente o ensalamento afixado em um dos muitos murais de aviso espalhados pelo amplo saguão, na esperança que o nervosismo passasse sem que ninguém o percebesse. Como se alguém estivesse prestando atenção em mim&#8230; Enfim, atire a primeira pedra quem nunca sofreu da síndrome de se crer protagonista de situações nas quais mal se inclui entre os figurantes.</p>
<p>Hoje, felizmente consciente da minha “desimportância”, não temo parecer perfeitamente inadequado para falar a estudantes interessados em aprender o Direito. Sim, porque a verdade pura e simples é que fui péssimo aluno. Não lembro uma vírgula do que os professores disseram na faculdade. Também, por que deveria?<span id="more-66"></span></p>
<p>Estava estampado nos seus olhares inseguros que não sabiam ensinar absolutamente nada, senão os decorados comentários aos artigos dos Códigos, nos quais se agarravam como crianças nas barras das calças dos pais, quando se vêem diante de estranhos.</p>
<p>Não, desde o primeiro dia de aula percebi a palhaçada que seria meu curso de Direito e fiz uma promessa cumprida integralmente: não iria participar da farsa encenada por professores e alunos, claramente fingidores que ensinavam ou aprendiam.</p>
<p>Ainda assim, como só não se forma na faculdade de Direito (é exagero dizer que é assim em todas?) quem tem sérios problemas mentais, dela saí como bacharel. Passei no tal exame da Ordem e, quase sem querer, lá estava eu, de terno, gravata e a cara incendiada de vergonha por não ter a menor idéia de como deveriam ser discriminadas as verbas trabalhistas acordadas numa audiência qualquer.</p>
<p>Enfim, dizia eu do péssimo aluno que fui. Claro, não é porque seus professores são patéticos e sua faculdade um clube de campo que a responsabilidade por aprender o que quer que seja tenha mudado de mãos. Continua sendo integralmente sua, porque só se aprende aquilo que se quer aprender. Ponto final.</p>
<p>Por isso, um belo dia, eu decidi estudar esse negócio para valer, independente dos interesses financeiros ou concurseiros que movem praticamente todo e qualquer “operador do Direito”. Posso dizer que aprendi o suficiente para, ao menos, reconhecer a realidade do fenômeno do Direito, independente das leis positivadas no momento e dos valores em jogo na tridimensionalidade da sua essência.</p>
<p>É dessas experiências vividas nesse trajeto iniciado no primeiro dia de aula da faculdade que pretendo aqui compartilhar com você, caro estudante de Direito. Porque sei que há por aí quem está na mesma situação em que um dia eu estive, profundamente insatisfeito e frustrado, sem saber bem por quê. Se você é um desses, talvez se interesse pelo que eu tenha a dizer. Se não, também.</p>
<p>Francisco Escorsim é (de)formado em Direito e editor do site “<a href="http://onaufrago.com">O Náufrago</a>”.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "frustração";
            bb_bid  = "296571";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "9";bb_format = "bbo";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/03/25/eis-que-me-apresento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Volta às aulas.</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/02/25/volta-as-aulas/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/02/25/volta-as-aulas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 05:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[volta as aulas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/02/25/volta-as-aulas/</guid>
		<description><![CDATA[Na onda das volta às aulas, escolhi trazer para vocês o artigo 12 dicas para começar o semestre com o pé direito publicado no Efetividade.net com algumas dicas para garantir um bom semestre.
As dicas servem tanto para calouros como para veteranos e não só para estudantes de direito. Talvez todos já tenhamos ouvido falar sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na onda das volta às aulas, escolhi trazer para vocês o artigo <a href="http://www.efetividade.net/2007/08/24/efetividade-na-volta-as-aulas-12-dicas-para-comecar-o-semestre-com-o-pe-direito/" title="Efetividade.net: 12 dicas" target="_blank">12 dicas para começar o semestre com o pé direito</a> publicado no Efetividade.net com algumas dicas para garantir um bom semestre.</p>
<p>As dicas servem tanto para calouros como para veteranos e não só para estudantes de direito. Talvez todos já tenhamos ouvido falar sobre as 12 dicas, mas nunca é demais lembrá-las.</p>
<p>Aproveito para recomendar a leitura do <a href="http://www.efetividade.net" title="Efetividade.net" target="_blank">Efetividade.net</a>, ele já integra a minha lista de leitura de diária há alguns bons tempos e serviu de inspiração para a criação do Estudante de Direito. O foco principal é a produtividade pessoal a partir de técnicas de organização de tempo e métodos para facilitar a vida (lifehacking).</p>
<p>Fica a dica. Já conhece? Conheceu e gostou? Registre a sua opinião, comente.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "volta as aulas";
            bb_bid  = "296571";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "9";bb_format = "bbo";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/02/25/volta-as-aulas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>10 dicas para um calouro de direito.</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/02/16/10-dicas-para-um-calouro-de-direito/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/02/16/10-dicas-para-um-calouro-de-direito/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 21:22:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[alunos de direito]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para um estudante de direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[estudante]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[jurídico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/02/16/10-dicas-para-um-calouro-de-direito/</guid>
		<description><![CDATA[Se você nunca cursou uma faculdade antes, tudo do primeiro dia de aula em diante será novidade. A linguagem dos professores, as matérias, os colegas, a estrutura e a sua rotina.
Agora é o início uma época única em sua vida, ainda que você venha a cursar outra universidade. As experiências serão insubstítuiveis para o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.estudantededireito.net/wp-content/uploads/2008/02/carteiras.jpg" alt="Carteiras" align="left" />Se você nunca cursou uma faculdade antes, tudo do primeiro dia de aula em diante será novidade. A linguagem dos professores, as matérias, os colegas, a estrutura e a sua rotina.</p>
<p>Agora é o início uma época única em sua vida, ainda que você venha a cursar outra universidade. As experiências serão insubstítuiveis para o seu aprendizado técnico, mas mais ainda de sua vida.</p>
<p>Basta pensar que entramos na faculdade com mais ou menos 18 anos e saímos com 22, 23, o que significa dizer que entramos crianças, recém saídos de um colégio para em 4 ou 5 anos aprendermos tudo o que precisamos para o mercado de trabalho e mais ainda sobre a vida.</p>
<p>É lógico que vamos à universidade com o objetivo de formar-nos em um curso que nos dará uma carreira, mas a teoria dos bancos da escola superior será apenas a base pela qual vamos nos guiar quando iniciarmos a carreira, é com oportunidades práticas que podemos vivenciar a realidade e unir a teoria à vida real. Motivo de muitos conflitos interiores, a descoberta das diferenças entre teoria e prática não deve ser motivo de rebeldia e desistência, mas motivo de aprendizagem quanto à importância de cada matéria e cada aspecto abordado pelo professor.<span id="more-60"></span></p>
<p>Aproveitar a faculdade é muito mais do que ir em todas as festas ou tirar 10 em todas as matérias. Aproveitar a faculdade é saber viver superando todas as dificuldades impostas, sem desanimar e aprender a aceitar a conseqüência das escolhas. Na faculdade, se você falta aula o azar é seu! Se você foi mal em uma prova, porque tomou um porre na noite anterior, o azar é seu!</p>
<p>Por isso, o período inicial é fundamental para definir como você quer levar a sua faculdade, conhecer o que te espera e iniciar o amadurecimento necessário para a sua formatura, para facilitar, listei algumas dicas:</p>
<ol>
<li>Facilite sua vida na faculdade.</li>
<p>A faculdade será o seu mundo, ainda que o curso de direito não tenha uma carga horária tão pesada quanto medicina e engenharias, a maior parte da sua vida, do primeiro ano à formatura será dedicada a ela, não faça disso um problema, facilite as coisas.</p>
<p>Reclamar da instituição é fácil, mas primeiro questione-se se você realmente tem razão em questionar, se você faz a sua parte como aluno.</p>
<p>Sempre utilize os meios apropriados para apresentar soluções como representantes, coordenação, ouvidoria ou o centro acadêmico. Se não atingir o resultado esperado, não exite em pedir transferência, principalmente se for particular. Vale muito mais ser feliz, do que viver reclamando.</p>
<li>Professores podem ser bons amigos.</li>
<p>Você com certeza saíra da faculdade e não conhecerá todos os tipos de professores que podem existir. Uns mais amigos, uns carrascos, uns legalzinhos, outros complicados. O importante é saber respeitá-los, todos da mesma forma. Arranjar encrenca com um professor pode ser altamente prejudicial e, por isso, nem sempre é a melhor opção.</p>
<li>Faça bons amigos.</li>
<p>É muito provável que você já tenha seu círculo de amizades que levou do colégio. Mas na universidade a tendência é que o círculo aumente muito, principalmente em razão do tempo que passarão juntos. Em geral, no começo, a turma é muito unida pois ninguém faz estágio, festa todo final de semana (e até durante a semana), procure manter todos os mais unidos possíveis. Como qualquer círculo de convivência, as diferenças começam a formar as &#8220;panelinhas&#8221;, fofocas e tudo aquilo capaz de destruir uma boa união. Evite, faça a sua parte.</p>
<li>Não esqueça de sua família.</li>
<p>Mesmo que sua faculdade tome mais tempo, com leituras, trabalhos e aulas, não esqueça dela. Nos momentos de maior estresse, sua família vai sofrer junto, vai tentar ajudar, vai orientar.</p>
<li>Leia muito.</li>
<p>Que um estudante de direito deve ler bastante você já deve ter ouvido, e não é mentira. A leitura é fundamental, para aprendermos a argumentar, a escrever e para crescermos. Leiam tudo o que puderem.</p>
<li>Aprenda a escrever bem.</li>
<p>Escrever bem é a principal arma de um operador de direito, por isso, é muito comum professores serem poucos tolerantes com o português errado, por isso procurem <a href="http://www.estudantededireito.net/2007/12/04/escreva-bem-sem-exageros/">escrever o mais correto possível</a>.</p>
<li>Estágio na hora certa.</li>
<p>Como falei no início, a prática é essencial a uma boa formação. Mas tenha paciência, trace o seu objetivo. Meça os prós e contras de fazer um estágio logo no início da faculdade. É neste momento que mais aprendemos.</p>
<li>Feste muito, mas com responsabilidade.</li>
<p>Aproveite, é a melhor época da sua vida para curtir festas, você já não é mais criança e por isso é muito provável que seus pais presumam que você tenha responsabilidade (lógico que isso vai depender do seu histórico). Por isso, aproveite com responsabilidade. Não beba se for dirigir, saiba o momento certo de parar. E divirta-se, porque os anos de faculdade não são feitos só de livros!</p>
<li>Aprenda a escolher o seu código.</li>
<p>Veja o artigo <a href="http://www.estudantededireito.net/2008/02/06/codigos-3-em-1-vade-mecum-e-algo-mais-high-tech/" title="Códigos">Códigos 3 em 1, Vade Mecum e algo mais <em>high tech</em></a>.</p>
<li>E nunca se esqueça: VOCÊ faz a diferença na faculdade.</li>
<p>Se você pretende entrar na faculdade e esperar que um professor fique no seu pé, cobrando para que você não falte, não vá mal nas provas e preste atenção na aula dele, esqueça. Na faculdade quem faz a formação é você! Você tem todas as possibilidades do mundo: estudar apenas para a prova, estudar todos os dias, não estudar nada, festar o tempo todo, fazer estágio, não fazer estágio. Tudo vai depender do tipo de pessoa que você deseja ser. Faça de tudo, com equilíbrio e responsabilidade e saiba que além de um ótimo profissional, você saíra da faculdade uma ótima pessoa.</ol>
<p>É isso aí, e se você, estudante de direito já veterano, tem alguma dica para compartilhar, comente no artigo, participe.</p>
<p>Ps. Vale lembrar aos calouros que o <a href="http://danyllo.com/mpf-intimando-por-e-mail/" target="_blank" title="mpf email">Ministério Público Federal não envia intimações por e-mail</a> (não pude deixar faltar).</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "Dicas";
            bb_bid  = "296571";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "9";bb_format = "bbo";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/02/16/10-dicas-para-um-calouro-de-direito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Códigos 3 em 1, Vade Mecum e algo mais high tech.</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/02/06/codigos-3-em-1-vade-mecum-e-algo-mais-high-tech/</link>
		<comments>http://www.estudantededireito.net/2008/02/06/codigos-3-em-1-vade-mecum-e-algo-mais-high-tech/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 03:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Vinicius</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calouro]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[código 3 em 1]]></category>
		<category><![CDATA[código de bolso]]></category>
		<category><![CDATA[códigos]]></category>
		<category><![CDATA[vade mecum]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/2008/02/06/codigos-3-em-1-vade-mecum-e-algo-mais-high-tech/</guid>
		<description><![CDATA[
Com as aulas chegando a compra de materiais escolares começa. Nós como bons estudantes de direito, vamos comprar canetas, lápis ou lapiseira, um caderno e a famosa “legislação seca”.
Nessa altura da vida de estudante já tivemos tempo para conhecer e adaptar-se com canetas, cadernos e lapiseiras, mas com os códigos a história é diferente.
No mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.sxc.hu/pic/m/n/nk/nkzs/947375_50_years_old___.jpg" alt="Códigos velhos" width="300" height="300" align="left" /></p>
<p>Com as aulas chegando a compra de materiais escolares começa. Nós como bons estudantes de direito, vamos comprar canetas, lápis ou lapiseira, um caderno e a famosa “legislação seca”.</p>
<p>Nessa altura da vida de estudante já tivemos tempo para conhecer e adaptar-se com canetas, cadernos e lapiseiras, mas com os códigos a história é diferente.</p>
<p>No mercado há uma variedade imensa de códigos, diferentes no formato, no conteúdo, nos &#8220;acessórios&#8221; e principalmente no preço. A maioria traz cd-rom, outros divisórias, guias de pesquisa, indíces mais práticos e até bolsa para carregar.</p>
<p>E ainda há quem prefira versões mais econômicas como imprimir e grampear a legislação ou versões mais tecnológicas carregando todas as legislações em um dispositivo móvel, como um smartphone ou um Palm.</p>
<p><span id="more-57"></span></p>
<p>Se você ainda não se adaptou com um formato, quer experimentar outros ou é calouro e quer entender um pouco sobre as possibilidades confira a análise de algumas opções.</p>
<p><strong>1 &#8211; Vade Mecum</strong></p>
<p style="text-align: center"><a title="Vade Mecum Saraiva" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21318804&amp;ST=SR&amp;franq=256163" target="_blank"><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/21318804.jpg" border="0" alt="Vade Mecum Saraiva" width="180" height="180" /></a></p>
<p>O famoso &#8220;Vai Comigo&#8221; tem praticamente tudo o que você precisa, todos os códigos, legislação extravagante de várias matérias e, em alguns casos, acompanha cd-rom com a edição eletrônica que completa o que não coube no livro.</p>
<p>O que incomoda muita gente é que ele é grande, pesado e desajeitado, basta que você precise pegar alguns livros na biblioteca e já não há mochila que aguente.</p>
<p>Outro ponto que merece atenção neste modelo é quanto à atualização, como a legislação reunida é muito diversificada e as atualizações são constantes, por isso a legislação pode tornar-se obsoleta e você ser obrigado a comprar outro ou andar com uma pasta com as atualizações.</p>
<p><strong>2 &#8211; Códigos de bolso.</strong></p>
<p>Organizado por matéria, os códigos de bolso são pequenos e algumas editoras publicam a versão 3 em 1, onde juntam Constituição Federal, código de direito material, direito processual e legislação extravagante.</p>
<p>São bem menores que os Vade Mecum e por isso mais fáceis de carregar e possuem a letra pequena. O problema nesse tipo de código é que conforme novas matérias vão aparecendo na grande, mais códigos você vai comprando e alguns dias você precisa levar mais de um pra aula, além do que todo dia antes de sair para a aula você tem que conferir se está levando os códigos certos.</p>
<p><strong>3 &#8211; Códigos de mesa.</strong></p>
<p style="text-align: center"><a title="Código 3 em 1" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21319628&amp;ST=SR&amp;franq=256163" target="_blank"><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/21319628.jpg" border="0" alt="Códigos 3 em 1" width="180" height="180" /></a></p>
<p align="left">São maiores que os códigos de bolso, mas seguem a mesma idéia de composição, normalmente 3 em 1, ou 4 em 1, mais pesados, mas com a letra maior. Ideais para estudar em casa.</p>
<p align="left"><strong>4 &#8211; Solução <em>high tech</em>: palm, pda, smartphone.</strong></p>
<p style="text-align: center"><a title="Smartphone" href="http://www.submarino.com.br/software_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=10&amp;ProdId=1967018&amp;ST=3768&amp;franq=256163" target="_blank"><img src="http://i.s8.com.br/images/software/cover/img8/1967018.jpg" border="0" alt="Smartphone" width="180" height="180" /></a></p>
<p align="left">Os problemas de atualização ficam superados, pois essas tecnologias permitem que o texto utilizado seja exatamente o mesmo que aquele publicado no site da <a title="Site Presidencia" href="http://www.presidencia.gov.br/legislacao/" target="_blank">Presidência</a>, utilizando softwares gratuítos como o <a title="Sunrise + Plucker" href="http://pdabr.com/viewtopic.php?t=261&amp;start=0" target="_blank">Sunrise e Plucker</a>. A dificuldade aqui fica em adquirir o hábito de utilizá-lo.</p>
<p align="left">Mas se você já possui o hábito de utilizar estas ferramentas, com certeza você poderá economizar um bom dinheiro carregando apenas um palm e mantendo seus códigos atualizados.</p>
<p align="left">Por enquanto a maioria das instituições de ensino proíbem a utilização e a tendência é permanecer assim, por isso, deixo a minha dica.</p>
<p align="left">Eu utilizo o palm em sala de aula e um Vade Mecum em casa. Levar o palm pra aula ocupa bem menos espaço na mala e utilizo-o como agenda, lista de tarefas e dicionário. Em casa, para estudar, utilizo o Vade Mecum, o mesmo que vou utilizar nas provas, assim, na hora, não tenho problema em localizar os artigos que preciso facilmente sem me perder, sem contar que estudar com uma página do Vade Mecum aberta permite uma vizualição mais contextual da matéria.</p>
<p align="left">Comente a sua experiência, deixe a sua sugestão.</p>
<!-- boo-widget start -->
          <script type="text/javascript">
            bb_keywords = "código de bolso";
            bb_bid  = "296571";
            bb_lang = "pt-BR";
            bb_name = "custom";bb_limit = "9";bb_format = "bbo";
          </script>
          <script type="text/javascript" src="http://widgets.boo-box.com/javascripts/embed.js"></script>
          <!-- boo-widget end -->]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.estudantededireito.net/2008/02/06/codigos-3-em-1-vade-mecum-e-algo-mais-high-tech/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
