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	<title>Comentários sobre: Doutor? Não, obrigado!</title>
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	<description>Tudo para a vida do estudante de direito.</description>
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		<title>Por: Lucilandio</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-1524</link>
		<dc:creator>Lucilandio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 01:28:14 +0000</pubDate>
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		<description>Creio que tudo isso se deve a uma imposição social, lembro-me dos títulos dados aos latifundiários que eram chamados de coronéis, sem nunca terem vestido uma farda e doutores a qualquer um tivessem um nível superior, a meu ver  é muita desinformação. Há quem diga que é um tratamento de respeito, então eu pergunto: É desreipeitoso chamar eles de Senhores? A maioria dos pobres são chamados de &quot; seu zé, dona maria ... &quot; e nem se sentem destratados ou inferiorizados. Mas hoje em dia chamar alguém que não tem o titulo de doutorado, de doutor é uma aberração. Principalmente que os doutores de mentirinhas são os advogados, médicos, enfermeiros, psicólogos,odontólogos e etc, se querem ser doutores de fato e de direito, estudem mais e façam um doutorado. Sou formado em história, pedagogia e estou cursando direito e só quero ser chamado de doutor quando realmente eu fizer o meu doutorado, advogado ou professor pra mim tem a mesma importancia. Fortaleza-Ceara.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que tudo isso se deve a uma imposição social, lembro-me dos títulos dados aos latifundiários que eram chamados de coronéis, sem nunca terem vestido uma farda e doutores a qualquer um tivessem um nível superior, a meu ver  é muita desinformação. Há quem diga que é um tratamento de respeito, então eu pergunto: É desreipeitoso chamar eles de Senhores? A maioria dos pobres são chamados de &#8221; seu zé, dona maria &#8230; &#8221; e nem se sentem destratados ou inferiorizados. Mas hoje em dia chamar alguém que não tem o titulo de doutorado, de doutor é uma aberração. Principalmente que os doutores de mentirinhas são os advogados, médicos, enfermeiros, psicólogos,odontólogos e etc, se querem ser doutores de fato e de direito, estudem mais e façam um doutorado. Sou formado em história, pedagogia e estou cursando direito e só quero ser chamado de doutor quando realmente eu fizer o meu doutorado, advogado ou professor pra mim tem a mesma importancia. Fortaleza-Ceara.</p>
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		<title>Por: Simone</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-575</link>
		<dc:creator>Simone</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 03:04:05 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Pedro, 
Concordo plenamente com você, o título deve ser conquistado e não adotado, apesar de &quot;ainda&quot; o bacharel em direito fazer questão de dizer que existe uma Lei antiga que os dá esse direito, pelo amor de Deus, se toca, uma lei de 1.827????? E essa é a cabeça do povo defensor!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Pedro,<br />
Concordo plenamente com você, o título deve ser conquistado e não adotado, apesar de &#8220;ainda&#8221; o bacharel em direito fazer questão de dizer que existe uma Lei antiga que os dá esse direito, pelo amor de Deus, se toca, uma lei de 1.827????? E essa é a cabeça do povo defensor!</p>
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		<title>Por: Simone</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-574</link>
		<dc:creator>Simone</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 03:00:10 +0000</pubDate>
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		<description>O que me incomoda mesmo prezados, é que as pessoas ainda pensem que ser bacharel em alguma coisa, seja direito, letras, pedagogia, música e tantas outras graduações, sejam melhores que outras. Veja, respeito é bom e agradável para qualquer profissão, nosso pais precisa é de profissionais competentes, títulos são papéis, apenas papéis se o profissonal não for um cidadão decente! Desculpem se fui rude, mas porque um colega acima diz que o título de doutor deva ser substituido por outro &quot;respeitoso&quot;, outras profissionais não merecem o mesmo respeito?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que me incomoda mesmo prezados, é que as pessoas ainda pensem que ser bacharel em alguma coisa, seja direito, letras, pedagogia, música e tantas outras graduações, sejam melhores que outras. Veja, respeito é bom e agradável para qualquer profissão, nosso pais precisa é de profissionais competentes, títulos são papéis, apenas papéis se o profissonal não for um cidadão decente! Desculpem se fui rude, mas porque um colega acima diz que o título de doutor deva ser substituido por outro &#8220;respeitoso&#8221;, outras profissionais não merecem o mesmo respeito?</p>
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		<title>Por: BENIGNO ARAUJO DIAS</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-413</link>
		<dc:creator>BENIGNO ARAUJO DIAS</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:35:31 +0000</pubDate>
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		<description>DOUTOR HONORIS CAUSA PRÓPRIA

OS MARCISOS DE CISALÉM. Quando estavam confabulando entre si, tratavam-se de: Mundico, Chico, Bené etc. Contudo, bastava um Zé Ninguém se aproximar da rodada para a formalidade entrar em ação: Mundico virava Dr. Raimundo; Chico, Dr. Francisco; Bené, Dr. Benedito .......Como se eles estivessem induzindo as criaturas inferiores a pensarem: “Ora, enquanto Dr. Fulano chama Cicrano de doutor, imagina eu que não sou bosta nenhuma. Era a forma da escol cisalenense fixar seus títulos no inconsciente coletivo do populacho.
-Ah, o arrazoado perdeu a questão na delegacia! Daquela feita, não foi propina, não! Eis que o querelante não tratou o delegado de doutor. O sherif precisava se auto-afirmar como superior ante os seus subalternos, para tanto, ele recorria à ferocidade, à imposição de título - “o home” tinha complexo de inferioridade – ele buscava algo que elevasse a sua auto-estima, a sua autoconfiança.
Do mesmo modo, o paciente foi recebido com descaso, embora não fosse um mártir da fila do SUS brasileiro: é que ele não chamou o médico de doutor. O clínico era baixinho, calvo, buchudo e vestia grifes caríssimas: só a sua indumentária já o tornava digno de um doutor acima de quaisquer suspeitas. Reivindicava para si o complexado.
Em Cisalém, a exigência que um acadêmico fazia aos simples mortais que assim o reconhecessem, era diretamente proporcional ao seu poder de barganha. O bacana era burro e carecia inserir-se numa casta onde ele parecesse imune à qualquer burrice. Ele já estava chegando à idade do lobo, precisava receber a continência pública para se afirmar como objeto de cortejo das jovens compráveis, venais. Mais tarde, à essa tendência paranóica o filósofo francês, Gaultier, deu o nome de bovarismo; uma alusão à Ema de Bovary do romance de Flaubert.
Sim, mas quando a frustração do megalomaníaco tornava-se patente, aí a peonzada (a plebe) cisalenense caia por cima da carniça. Sempre que algum peão queria tirar proveito do “chefe”, dava-lhe um aperto de mão e, em ato contínuo, bradava: “Oh meu doutor!” Um sorriso postiço, um falso elogio, em seguida vinha a “facada”. Não obstante, valia a pena! Aquele grito de DOUTOR enchia todo o ambiente e chegava aos ouvidos dos súditos desavisados que, doravante, voluntária ou involuntariamente ficavam sabendo que o cara tinha “cartucho”, e como tal, deveria ser cultuado. Outros impostores prestavam esse tipo mesura só para tirarem sarro do envaidecido e depois saírem gozando dele.
Conquanto, em algumas espécies, o apelido de doutor não pegava tão facilmente: nos feios, pobres, psicopatas, dentre outros. Salvo se estes exercessem uma função de sobreexcelente em relação à sua clientela, era o caso dos médicos e advogados. Ao passo que, nos ricos e bonitos, a alcunha era mais pegajosa, sobretudo, se o rotulado tivesse acesso à mídia (pergaminhos). Pois a própria claque de puxa-sacos se encarregava de pôr o rótulo na boca do povão, mesmo sendo o rotulado um engenheiro de obras fecais. Que fosse também um bandido enrustido, valia!
Apesar de tudo, em Cisalém, sabia-se que alcunhar um semidouto de doutor, significasse um vilipêndio, um xingamento àqueles que deveras granjeavam o doutorado – nem por isso, o desvio constituía crime de falsidade ideológica – consueto est altera lex (o costume modifica a lei). “Explica-se mais pelo caráter idólatra imposto pela nossa sociedade meritocrática – onde valem os títulos e as aquisições – pouco importando o método como foram conseguidos, é o ter se sobrepondo ao ser”. Justifica o sábio cisalenense, Pulcrácio.
Ficava então a questão como medida de bom-senso de cada um. Os sensatos sabiam muito bem discernir o que é de Deus do que é de César. Afinal de contas, quem exigia entulhos é porque se sentia vazio ou queria soterrar os seus distúrbios intelecto-morais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DOUTOR HONORIS CAUSA PRÓPRIA</p>
<p>OS MARCISOS DE CISALÉM. Quando estavam confabulando entre si, tratavam-se de: Mundico, Chico, Bené etc. Contudo, bastava um Zé Ninguém se aproximar da rodada para a formalidade entrar em ação: Mundico virava Dr. Raimundo; Chico, Dr. Francisco; Bené, Dr. Benedito &#8230;&#8230;.Como se eles estivessem induzindo as criaturas inferiores a pensarem: “Ora, enquanto Dr. Fulano chama Cicrano de doutor, imagina eu que não sou bosta nenhuma. Era a forma da escol cisalenense fixar seus títulos no inconsciente coletivo do populacho.<br />
-Ah, o arrazoado perdeu a questão na delegacia! Daquela feita, não foi propina, não! Eis que o querelante não tratou o delegado de doutor. O sherif precisava se auto-afirmar como superior ante os seus subalternos, para tanto, ele recorria à ferocidade, à imposição de título &#8211; “o home” tinha complexo de inferioridade – ele buscava algo que elevasse a sua auto-estima, a sua autoconfiança.<br />
Do mesmo modo, o paciente foi recebido com descaso, embora não fosse um mártir da fila do SUS brasileiro: é que ele não chamou o médico de doutor. O clínico era baixinho, calvo, buchudo e vestia grifes caríssimas: só a sua indumentária já o tornava digno de um doutor acima de quaisquer suspeitas. Reivindicava para si o complexado.<br />
Em Cisalém, a exigência que um acadêmico fazia aos simples mortais que assim o reconhecessem, era diretamente proporcional ao seu poder de barganha. O bacana era burro e carecia inserir-se numa casta onde ele parecesse imune à qualquer burrice. Ele já estava chegando à idade do lobo, precisava receber a continência pública para se afirmar como objeto de cortejo das jovens compráveis, venais. Mais tarde, à essa tendência paranóica o filósofo francês, Gaultier, deu o nome de bovarismo; uma alusão à Ema de Bovary do romance de Flaubert.<br />
Sim, mas quando a frustração do megalomaníaco tornava-se patente, aí a peonzada (a plebe) cisalenense caia por cima da carniça. Sempre que algum peão queria tirar proveito do “chefe”, dava-lhe um aperto de mão e, em ato contínuo, bradava: “Oh meu doutor!” Um sorriso postiço, um falso elogio, em seguida vinha a “facada”. Não obstante, valia a pena! Aquele grito de DOUTOR enchia todo o ambiente e chegava aos ouvidos dos súditos desavisados que, doravante, voluntária ou involuntariamente ficavam sabendo que o cara tinha “cartucho”, e como tal, deveria ser cultuado. Outros impostores prestavam esse tipo mesura só para tirarem sarro do envaidecido e depois saírem gozando dele.<br />
Conquanto, em algumas espécies, o apelido de doutor não pegava tão facilmente: nos feios, pobres, psicopatas, dentre outros. Salvo se estes exercessem uma função de sobreexcelente em relação à sua clientela, era o caso dos médicos e advogados. Ao passo que, nos ricos e bonitos, a alcunha era mais pegajosa, sobretudo, se o rotulado tivesse acesso à mídia (pergaminhos). Pois a própria claque de puxa-sacos se encarregava de pôr o rótulo na boca do povão, mesmo sendo o rotulado um engenheiro de obras fecais. Que fosse também um bandido enrustido, valia!<br />
Apesar de tudo, em Cisalém, sabia-se que alcunhar um semidouto de doutor, significasse um vilipêndio, um xingamento àqueles que deveras granjeavam o doutorado – nem por isso, o desvio constituía crime de falsidade ideológica – consueto est altera lex (o costume modifica a lei). “Explica-se mais pelo caráter idólatra imposto pela nossa sociedade meritocrática – onde valem os títulos e as aquisições – pouco importando o método como foram conseguidos, é o ter se sobrepondo ao ser”. Justifica o sábio cisalenense, Pulcrácio.<br />
Ficava então a questão como medida de bom-senso de cada um. Os sensatos sabiam muito bem discernir o que é de Deus do que é de César. Afinal de contas, quem exigia entulhos é porque se sentia vazio ou queria soterrar os seus distúrbios intelecto-morais.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luciane</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-392</link>
		<dc:creator>Luciane</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 20:40:32 +0000</pubDate>
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		<description>Acho ridículas as pessoas que se intitulam doutores, sem terem sequer sentado o rabo numa cadeira para fazeren o curso de doutorado. Vejo pessoas terminando cursos de graduação em fisioterapia, nutrição, odontologia, dentre outros, irem correndo comprar seus jalequinhos e fazerem seus cartõezinhos com o tão almejado título.  Diria para eles: estudem para alcançarem o que desejam, pois os verdadeiros doutores o fizeram. Quanto a lei arcaica, acho que cabe o bom senso de cada um, afinal qdo enfim, completarem seus cursos e chegarem ao doutorado, tenho certeza que se sentirão trapaceados pelos próprios colegas de profissão, qdo com apenas 5 anos de estudo já são considerados doutores enquanto vc pobre estudante, ralou horas, dias, deixou família para se dedicar aos estudos, &quot;perdeu&quot; mais valiosos anos de sua vida na conquista do grau máximo de sua profissão e no final, receberá como prêmio o reconhecido título dado a qq um que estudou bem menos que vc. É claro que o seu conhecimento, este ninguém terá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho ridículas as pessoas que se intitulam doutores, sem terem sequer sentado o rabo numa cadeira para fazeren o curso de doutorado. Vejo pessoas terminando cursos de graduação em fisioterapia, nutrição, odontologia, dentre outros, irem correndo comprar seus jalequinhos e fazerem seus cartõezinhos com o tão almejado título.  Diria para eles: estudem para alcançarem o que desejam, pois os verdadeiros doutores o fizeram. Quanto a lei arcaica, acho que cabe o bom senso de cada um, afinal qdo enfim, completarem seus cursos e chegarem ao doutorado, tenho certeza que se sentirão trapaceados pelos próprios colegas de profissão, qdo com apenas 5 anos de estudo já são considerados doutores enquanto vc pobre estudante, ralou horas, dias, deixou família para se dedicar aos estudos, &#8220;perdeu&#8221; mais valiosos anos de sua vida na conquista do grau máximo de sua profissão e no final, receberá como prêmio o reconhecido título dado a qq um que estudou bem menos que vc. É claro que o seu conhecimento, este ninguém terá.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-375</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 17:43:17 +0000</pubDate>
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		<description>Olá,

Doutor (Dr) é quem fez doutorado em alguma área de atuação em curso de pós-graduação reconhecido pela capes. O mesmo vale para mestrado (Me ou Ma).

Conforme a academia brasileira de letras a abreviação de Advogado é (Adv.) e Médico (Méd.).

Eu acho que esta lei deve ser modificada pois ela está atrasada para os dias de hoje.

Alexandre</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Doutor (Dr) é quem fez doutorado em alguma área de atuação em curso de pós-graduação reconhecido pela capes. O mesmo vale para mestrado (Me ou Ma).</p>
<p>Conforme a academia brasileira de letras a abreviação de Advogado é (Adv.) e Médico (Méd.).</p>
<p>Eu acho que esta lei deve ser modificada pois ela está atrasada para os dias de hoje.</p>
<p>Alexandre</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-240</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 23:01:09 +0000</pubDate>
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		<description>Diego

Excelente, fechou a questão! O mais impressionante é ver alguém querendo manter privilegiozinhos tomando por base uma lei do tempo da onça. Vamos validar o princípio jurídico de que qualquer lei que não seja tacitamente revogada deve continuar valendo, mesmo que tenha caído em completo desuso? (sim, as pessoas continuam chamando bachareis de Dr.; não, elas não acham que eles sejam doutores, como quem possui doutorado).

Há muitos pronomes de tratamentos que são muito respeitosos. Mas parece que só &quot;doutor&quot; confere o grau de superioridade pessoal tão desejado por alguns. 

Doutor é quem tem doutorado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diego</p>
<p>Excelente, fechou a questão! O mais impressionante é ver alguém querendo manter privilegiozinhos tomando por base uma lei do tempo da onça. Vamos validar o princípio jurídico de que qualquer lei que não seja tacitamente revogada deve continuar valendo, mesmo que tenha caído em completo desuso? (sim, as pessoas continuam chamando bachareis de Dr.; não, elas não acham que eles sejam doutores, como quem possui doutorado).</p>
<p>Há muitos pronomes de tratamentos que são muito respeitosos. Mas parece que só &#8220;doutor&#8221; confere o grau de superioridade pessoal tão desejado por alguns. </p>
<p>Doutor é quem tem doutorado!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Diego</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-237</link>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 19:05:46 +0000</pubDate>
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		<description>O art. 9o do Decreto Imperial de 1º de agosto de 1825 foi tacitamente revogado pelo art. 53, VI da LEI DE DIRETRIZES BÁSICAS, que garante às universidades a atribuição de conferir graus, diplomas e outros títulos. Além do mais, é óbvio que esse decreto jamais poderia ter sido recepcionado pela Constituição de 1988, por sua escancarada afronta ao princípio da igualdade. E aos que argumentam que é um costume conceder a honraria aos advogados e que costume é fonte do Direito, não esqueçam que tal fonte não pode contrariar a Constituição. Assim, só é DOUTOR quem tem um diploma universitário de DOUTOR.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O art. 9o do Decreto Imperial de 1º de agosto de 1825 foi tacitamente revogado pelo art. 53, VI da LEI DE DIRETRIZES BÁSICAS, que garante às universidades a atribuição de conferir graus, diplomas e outros títulos. Além do mais, é óbvio que esse decreto jamais poderia ter sido recepcionado pela Constituição de 1988, por sua escancarada afronta ao princípio da igualdade. E aos que argumentam que é um costume conceder a honraria aos advogados e que costume é fonte do Direito, não esqueçam que tal fonte não pode contrariar a Constituição. Assim, só é DOUTOR quem tem um diploma universitário de DOUTOR.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Dr. fulano</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-236</link>
		<dc:creator>Dr. fulano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 23:25:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/blog/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/#comment-236</guid>
		<description>A MINHA OPINIÃO É UMA SÓ, NÃO DEVE SER DADO A QUEM POSSUI O DOUTORADO.
NÃO TEM SENTIDO ALGUM EM SE BASEAR EM UMA LEI DO TEMPO DO IMPÉRIO ONDE SÓ HAVIA UM CURSO DE NÍVEL SUPERIOR.
QUER SER CHAMADO DE DOUTOR VAI DEFENDER UMA TESE DE DOUTORADO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A MINHA OPINIÃO É UMA SÓ, NÃO DEVE SER DADO A QUEM POSSUI O DOUTORADO.<br />
NÃO TEM SENTIDO ALGUM EM SE BASEAR EM UMA LEI DO TEMPO DO IMPÉRIO ONDE SÓ HAVIA UM CURSO DE NÍVEL SUPERIOR.<br />
QUER SER CHAMADO DE DOUTOR VAI DEFENDER UMA TESE DE DOUTORADO.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus</title>
		<link>http://www.estudantededireito.net/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/comment-page-1/#comment-225</link>
		<dc:creator>Marcus</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:35:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.estudantededireito.net/blog/2008/01/28/doutor-nao-obrigado/#comment-225</guid>
		<description>A palavra “Doutor” tem um único significado e, consequentemente, deveria ser empregada somente nesse caso, ou seja, para quem cumpriu as etapas constantes no curso de doutorado.  O emprego indevido de “Doutor” é comum entre a gente mais humilde e sem instrução, e por funcionários mal preparados, que associam a palavra Doutor a um status social ou a um nível de autoridade superior ao seu. Essas velhas divisões não são condizentes com o estado atual. É necessário lembrar que não existe lei que obrigue uma pessoa comum a tratar uma outra por Doutor. Esse tratamento só é obrigatório nos meios acadêmicos para aqueles que fizeram defesa de tese. Tão pouco um tratamento discriminatório desse tipo poderá ser um dever de Civilidade ou de Boas-maneiras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A palavra “Doutor” tem um único significado e, consequentemente, deveria ser empregada somente nesse caso, ou seja, para quem cumpriu as etapas constantes no curso de doutorado.  O emprego indevido de “Doutor” é comum entre a gente mais humilde e sem instrução, e por funcionários mal preparados, que associam a palavra Doutor a um status social ou a um nível de autoridade superior ao seu. Essas velhas divisões não são condizentes com o estado atual. É necessário lembrar que não existe lei que obrigue uma pessoa comum a tratar uma outra por Doutor. Esse tratamento só é obrigatório nos meios acadêmicos para aqueles que fizeram defesa de tese. Tão pouco um tratamento discriminatório desse tipo poderá ser um dever de Civilidade ou de Boas-maneiras.</p>
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